quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Pôrt'Antig'

Terminamos o passeio pelo concelho de Cinfães na belíssima aldeia de Porto Antigo. Esta possui um hotel, que tem servido de base a estágios de várias selecções nacionais de remo.
E terminamos assim, sentados num café, com esta vista... Vai um cafezinho? :-)))
Para onde vamos, é na fác'idé'a! :-)))

abraces algarvi'sh!!!

ps: Fót'sh'aqui (Panoramio (Suso Vilanova), Panoramio (Joaquim Freitas), Panoramio (Arq.Pedro Mendes), Panoramio (Abílio Martins), Panoramio (Joaquim Freitas), Panoramio (A.Soutinho), Panoramio (P.J.Ribeiro), Panoramio (José Manuel Pinto), Panoramio (FG::::: ✈), Panoramio (Dina Rodrigues) e Panoramio (dgp_carlos)).

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Oliveira do Douro (Cinfães)

Oliveira do Douro é uma freg'sia do concêlh' d'Cinfães, com 12,40 km² d'área, 1529 habitant'sh (ém 2011) e uma dénsidád' pop'laci'nal de 123,3 hab/km².

Porto Antigo, no encontro do Rio Bestança com o Rio Douro.
As formas medievais de colonização revelam-se em topónimos onde figuram os elementos "casal" e "vila", como Vila Nova e Vila Pouca. 0 nome "Montão" (talvez por Mondão) parece conter o elemento germânico "mund", o que não surpreende numa região onde o povoamento germânico se revela a cada passo na toponímia, a não ser que se trate de um grau do apelativo comum 'monte", visto que essa povoação se situa na encosta da grande elevação fortificada pelos primitivos habitantes.

Subindo a partir da margem esquerda do Douro, limitada a nascente pelo rio Cabrum e de poente pelo Bestança, o território desta freguesia aparece, desde o séc. XII pelo menos, incluído na pequena "terra" ou julgado de Ferreiros de Tendais. Este julgado que, como esta freguesia, sobe para o Montemuro, foi dado em apréstamo pelo Conde D. Henrique ao célebre Egas Gosendes para que o povoasse. Posterior- mente, foi prestameiro desta freguesia e vizinhas Mem Moniz (irmão do aio do primeiro Rei), o qual continuou a povoar este julgado, com sua mulher D. Cristina.

Nos meados do século XIII, o julgado de Ferreiros era formado das paróquias de S. Miguel de Oliveira e de S. Pedro de Ferreiros; mas nas inquirições de D. Dinis (fins do século XIII), no território actual da freguesia de Oliveira aparece incluída outra paróquia, a de S. Pedro da Ermida, na parte oriental (visto que existia nela, segundo as mesmas inquirições, o lugar de Montão).

A cerca de 300 metros de Porto Antigo, encontra-se a estação de comboios de Mosteirô, onde poderá sempre com o Douro no horizonte, viajar para a Régua ou para a cidade do Porto.
Vista do sítio de Boassas para o vale do Rio Douro...

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Wikipedia e Câmara Municipal de Cinfães) e fót'sh'aqui (Câmara Municipal de Cinfães e Panoramio (David Monteiro)).

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ferreiros de Tendais e a sua Igreja Matriz

Ferreiros de Tendais é uma freg'sia do concêlh' d'Cinfães, com 16,37 km² d'área, 695 habitant'sh (ém 2011) e densidád' pop'laci'nal de 42,5 hab/km².

Foi vila e sede de concelho entre 1210 e meados do século XIX. Em 1801 tinha 4 289 habitantes e 67 km². Para além da vila, era constituído por 6 freguesias: Alhões, Bustelo, Gralheira, Oliveira do Douro, Ramires e Ermida do Douro. Em 1849 tinha 3 896 habitantes.

Igreja de São Pedro (Igreja Matriz de Ferreiros de Tendais)

Arquitectura religiosa barroca, construída no século XVII. Igreja de nave única, coro-alto capela-mor e sacristia. Fortemente iluminada por 6 janelões em cada um dos alçados laterais. No interior, tectos de madeira de caixotões policromados e com imagens de santos. Retábulos do estilo nacional, decorados com parras e cachos de uvas. Lambril de azulejo padrã seiscentista reveste o interior do edifício.

Características Particulares:
Igreja em cota inferior à via pública. Sineira em frente ao alçado principal e separada deste. No adro restos de sepulturas escavadas na rocha, algumas antropomórficas. Bases dos pináculos decoradas com ponta de diamante.

Tecto da nave, em 1948.
Planta do piso térreo.

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'sh'aqui (Wikipedia e Monumentos) e fót'sh'aqui (Câmara Municipal de Cinfães e Monumentos).

domingo, 16 de dezembro de 2012

Formigos

Ant'sh d'éntrar na recta final do passê plo concêlh' d'Cinfães, parém'sh um pouc' e forrem'sh o eshtômag' com um doce trad'ci'nal do concêlh', os F'rmig'sh!

Ingredientes
- 300 gr. de pão;
- 3 colheres de sopa de mel;
- 100 gr. de nozes;
- 100 gr. pinhões;
- 100 gr. de uvas passas;
- 6 dl. de água quente;
- 1 pau de canela;
- 150 gr. de açúcar;
- canela para polvilhar;
- Casca de limão.

Preparação
Deita-se num tacho a água, o pão, o pau de canela, a casca de limão e o açúcar, deixa-se ferver durante alguns minutos, de seguida junta-se as 3 colheres de mel e mexe-se, deixa-se ferver novamente, mais tarde deita-se o resto dos condimentos, as nozes, pinhões e as uvas passas deixando ferver. Quando estiver pronto retira-se do lume e deita-se em taças e polvilha-se com canela.

Bom aptit!!!

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Palhota - Turismo Rural) e fót'sh'aqui (Câmara Municipal de Cinfães).

sábado, 15 de dezembro de 2012

Alhões

Alhões é uma freg'sia do concêlh' d'Cinfães, com 10,66 km² d'área, 196 habitant'sh (ém 2011) e uma dénsidád' pop'laci'nal de 18,4 hab/km².

Alhões, era do termo de Ferreiros de Tendais, comenda do Senhor D. João, tem uma origem certamente anterior ao séc. XII. Contudo, só a partir daqui há documentos. Aliás, a devoção a S. Paio (S. Pelágio) deve datar deste século, quando se fez o repovoamen- to, até porque só nessa época é que o pequeno mártir de Córdova tinha a devoção bastante entre os povos para se firmar como orago de Igrejas.

O topónimo radica em Aliones, povo claramente pré-histórico, derivado possivelmente dos celto-lígures Allobreges, provavelmente construtores das célebres muralhas conhecidas por Portas do Montemuro. As inquirições de 1258 designam-na por Aloes e o cadastro de 1527 por "lugar d'alhos", o que levou alguns autores, nomeadamen- te Amorim Girão, a derivar o topónimo do alho porro cultivado no alto da serra. Contudo, este velho topónimo não parece relacionar com "alhos" ou latim alliu - (talvez com o genitivo antroponímico em -onis, medieval).


Esta terra gozou igualmente dos privilégios de vila com foral outorgado, em 1140, por D. Mendo Moniz. A "villa" de Alhões foi dada a povoar, por carta de Mem Moniz e de D. Cristina Gonçalves, ao prior D. Roberto, do da Ermida de Ribapaiva, sob condição de ficar metade dela ao mosteiro e outra metade para a coroa. Contudo, não é crível que o local estivesse de todo despovoado, o topónimo conservava-se e parece até antroponí- mico, talvez uma "villa" Allonis na origem.

Na localidade existe a Capela do Senhor do Amparo, também conhecida por Capela das Portas, cercada por um muro em pedra para a proteger das intempéries da serra. Na imagem, o Penedo da Moira sobre o qual se contam interessantes histórias.
Capela de São Pedro

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'sh'aqui (Wikipedia e Câmara Municipal de Cinfães) e fót'sh'aqui (Câmara Municipal de Cinfães, Panoramio (Placosta), Panoramio (84chefinho), Panoramio (Dina Rodrigues), Panoramio (ManueldaCosta), Panoramio (RafaelMoreira) e Panoramio (Américo Vieira)).