quinta-feira, 5 de abril de 2012

Capela de São Bartolomeu (Alvit')

Arquitectura religiosa, gótica, manuelina. Capela rural, de pequenas dimensões, com nave de dois tramos e capela-mor, ambas da mesma altura e abobadadas, e contrafortes cilíndricos reforçando os alçados laterais. O estado de ruína do imóvel não permite tirar conclusões sobre o remate dos alçados exteriores, que certamente o aproximavam de idênticas capelas rurais estilisticamente integráveis no gótico final alentejano, como a Capela de São Sebastião de Alvito com a qual comunga a mesma volumetria e espacialidade interna. Pinturas murais manuelinas.

Cronologia
- Início do século XVI - construção, provavelmente no local de um primitivo templo paleocristão de que parecem existir vestígios;
- 1575 - primeira referência documental da capela;
- Meados do século XVI - pinturas murais;
- Julho de 1990 - Despacho de classificação como Imóvel de Interesse Público;
- 1993 - a capela servia de armazém agrícola.


abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'e fót'sh'aqui (Monumentos).

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Capela de Santa Luzia (Alvit')

Os passeios de hoje e de amanhã serão um pouco diferentes, pois vamos visitar ruínas de duas capelas.

Arquitectura religiosa, popular, gótica. Pequena ermida de planta quadrada e cobertura em cúpula oitavada, com alpendre adossado, inspirada nos morábitos muçulmanos implantados em locais ermos ou mesmo reaproveitando a sua estrutura. No interior, cúpula e alçados decorados com pinturas murais seiscentistas, de ferroneries e cartelas emoldurando figuras de santos, revelando algum eruditismo na composição e na delicadeza dos pormenores. Predominam os tons quentes, numa pintura quase bicromática, em vários tons de vermelho e amarelos nos panejamentos, molduras, fundos, avivados pelo branco das carnações e alguns panejamentos.


abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'e fót'sh'aqui (Monumentos).

terça-feira, 3 de abril de 2012

Journeyman

Uma das minhas canções preferidas, Journeyman, de Iron Maiden. É uma canção única na carreira de Maiden, pois não é uma canção de metal. É uma canção acústica sobre um "Viajante" (tradução do título) e é tão bela e leve que parece conseguirmos viajar, se fecharmos os olhos. E, como se já não bastasse, ainda há o refrão fantástico, definidor da liberdade (uma condição cada vez mais ameaçada) de ser viajante e que diz o seguinte: "Eu sei o que quero, eu digo o que quero e ninguém pode tirar-mo".

Seguem-se a letra e o vídeo da canção (escrita por Adrian Smith, Steve Harris e Bruce Dickinson), retirado do dvd Death on the Road.

From the red sky of the east
To the sunset in the west
We have cheated death and he has cheated us

But that was just a dream
And this is what it means
We are sleeping and we'll dream for evermore

And the fragment remains of our memories
And the shadows remain with our hands
Deep grey, came to mourn
All the colours of the dawn
Will this Journeymans day be his last?

I know what I want
I'll say what I want
And no one can take it away
I know what I want
I'll say what I want
And no one can take it away


But the memory still remains
All the past years not so stange
Our winter times are like a silent shroud

And the heartbeat of the day
Drives the mist away
And winter's not the only dream around

In your life you may choose desolation
And the shadows you build with your hands
If you turn to the light
That is burning in the night
Then the Journeyman's day has begun

I know what I want
And I say what I want
And no one can take it away
And no one can take it away
I know what I want
And I say what I want




A letra traduzida pode ser lida neste link.

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Letras).

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ermida de São Sebastião (Alvit')

A ermida, dedicada a São Sebastião, protector da peste, fica situada, como é hábito com santuários dedicados a este orago, no extremo da povoação, do lado de onde se julgava vir o terrível flagelo.

Arquitectura religiosa, popular, gótica. Capela de proporções médias, com volumes e soluções estruturais características do gótico final alentejano, com forte cunho mudéjar: contrafortes de secção circular, pináculos piramidais, remate de merlões chanfrados na capela-mor; interior totalmente abobadado em cruzaria de ogivas; portal em arco levemente quebrado.

Cronologia
- Início do século XVI - Data provável de construção;
- 1611 - execução da pintura mural, provavelmente pelo pintor José Escobar;
- 1892 - reconstrução da ermida, por acção de José Maria da Cruz, José de Morais Cid, Joaquim Augusto Cançado, Francisco José Calhau e João Branquinho. Esta reconstrução levou ao desaparecimento parcial da pintura mural da capela-mor.


abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Monumentos) e fót'sh'aqui (Panoramio e Monumentos).

domingo, 1 de abril de 2012

Jardins do Cashtél' d'Álvit'

Os jardins do Castelo de Alvito foram planeados pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Encontram-se divididos em jardim romântico, jardim formal e quinta de recreio.

É possível encontrar uma descrição pormenorizada neste link.


abraces algarvi'sh!!!

ps: Fót'sh'aqui (Monumentos).