terça-feira, 3 de abril de 2012

Journeyman

Uma das minhas canções preferidas, Journeyman, de Iron Maiden. É uma canção única na carreira de Maiden, pois não é uma canção de metal. É uma canção acústica sobre um "Viajante" (tradução do título) e é tão bela e leve que parece conseguirmos viajar, se fecharmos os olhos. E, como se já não bastasse, ainda há o refrão fantástico, definidor da liberdade (uma condição cada vez mais ameaçada) de ser viajante e que diz o seguinte: "Eu sei o que quero, eu digo o que quero e ninguém pode tirar-mo".

Seguem-se a letra e o vídeo da canção (escrita por Adrian Smith, Steve Harris e Bruce Dickinson), retirado do dvd Death on the Road.

From the red sky of the east
To the sunset in the west
We have cheated death and he has cheated us

But that was just a dream
And this is what it means
We are sleeping and we'll dream for evermore

And the fragment remains of our memories
And the shadows remain with our hands
Deep grey, came to mourn
All the colours of the dawn
Will this Journeymans day be his last?

I know what I want
I'll say what I want
And no one can take it away
I know what I want
I'll say what I want
And no one can take it away


But the memory still remains
All the past years not so stange
Our winter times are like a silent shroud

And the heartbeat of the day
Drives the mist away
And winter's not the only dream around

In your life you may choose desolation
And the shadows you build with your hands
If you turn to the light
That is burning in the night
Then the Journeyman's day has begun

I know what I want
And I say what I want
And no one can take it away
And no one can take it away
I know what I want
And I say what I want




A letra traduzida pode ser lida neste link.

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Letras).

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ermida de São Sebastião (Alvit')

A ermida, dedicada a São Sebastião, protector da peste, fica situada, como é hábito com santuários dedicados a este orago, no extremo da povoação, do lado de onde se julgava vir o terrível flagelo.

Arquitectura religiosa, popular, gótica. Capela de proporções médias, com volumes e soluções estruturais características do gótico final alentejano, com forte cunho mudéjar: contrafortes de secção circular, pináculos piramidais, remate de merlões chanfrados na capela-mor; interior totalmente abobadado em cruzaria de ogivas; portal em arco levemente quebrado.

Cronologia
- Início do século XVI - Data provável de construção;
- 1611 - execução da pintura mural, provavelmente pelo pintor José Escobar;
- 1892 - reconstrução da ermida, por acção de José Maria da Cruz, José de Morais Cid, Joaquim Augusto Cançado, Francisco José Calhau e João Branquinho. Esta reconstrução levou ao desaparecimento parcial da pintura mural da capela-mor.


abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Monumentos) e fót'sh'aqui (Panoramio e Monumentos).

domingo, 1 de abril de 2012

Jardins do Cashtél' d'Álvit'

Os jardins do Castelo de Alvito foram planeados pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Encontram-se divididos em jardim romântico, jardim formal e quinta de recreio.

É possível encontrar uma descrição pormenorizada neste link.


abraces algarvi'sh!!!

ps: Fót'sh'aqui (Monumentos).

sábado, 31 de março de 2012

Cashtél' d'Álvit'

Construído no fim do século XV, o Castelo da Vila de Alvito, terá sido edificado por ordem de D. Diogo Lobo da Silveira, barão do Alvito, no reinado D. João II, não com fins militares mas como residência. Esta ideia é sustentada pelo facto de não haver informações de qualquer movimento militar em que este castelo estivesse envolvido, todavia recebeu reis e rainhas, como o Príncipe Perfeito, D. Manuel I, D. João III, D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos.

A arquitectura reforça, também, esta ideia, bastando para isso ver a quantidade de janelas que rasgam as torres, conferindo-lhe o aspecto de moradia fortificada, o que na época da sua construção não era inédito, apesar de ser, normalmente, um privilégio da realeza. Talvez pela sua utilização ao longo dos séculos como pousada, o edifício manteve-se em bom estado
de conservação, apesar do desapareci- mento de algumas características, como a ponte levadiça que servia a porta principal.

As guerras liberais ditaram o abandono do castelo durante bastantes anos, até à intervenção da Fundação da Casa de Bragança, que cedeu a sua utilização para funcionar de novo como pousada, que actualmente se designa, Pousada do Castelo de
Alvito. Admite-se que antes da construção deste monumento, tenha existido um outro castelo, remontando ao século XIII, todavia não há confirmação, contudo esta região apresenta provas de ocupação desde épocas remotas, através dos vestígios arqueológicos, como moedas romanas, lápides e ruínas de edifícios.



guiadacidade.pt

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Guia da Cidade) e fót'sh'aqui (Monumentos, Panoramio, Skyscraper City - Alvito e Guia da Cidade).

sexta-feira, 30 de março de 2012

Igreja e Hospital da Misericórdia de Alvito e Capela de Nossa Senhora das Candeias - parte II

Na mensagem (fica melhor do que post, né?) de hoje, vamos conhecer a outra parte da Igreja da Misericórdia, a...

CAPELA DE NOSSA SENHOR DAS CANDEIAS: de espaço diferenciado, de nave única
Fachada principal da Capela de Nossa Senhora das
Candeiras e sala da irmandade e sacristia
(9,80 x 6,15 m) de 2 tramos cobertos por abóbada de cruzaria de ogivas sobre mísulas, decorada por estuque decorativo rococó; coro-alto com balaustrada de mármore sobre abóbadas de aresta; paredes da nave totalmente revestidas a azulejo polícromo de padrão seiscentista, enquadrando pequenos quadros devocionais em azul e branco, setecentistas, no piso superior; nas paredes que rodeiam o arco triunfal inserem-se painéis de azulejo com representações ingénuas de cariátides e meninos ladeando nichos e o arco da capela do Senhor dos Passos, estes em parte restaurados, em azulejo polícromo seiscentista; no nicho do Senhor dos Passos, pinturas murais nas paredes, representando a cidade de Jerusalém com soldados romanos e o grupo das cinco Marias do Gólgota.

Decoração do portal da Capela. Ornamento NÃO É crime.
Arco triunfal em arco quebrado revestido a azulejo de padrão. Capela-mor (3,30 x 2,70 m) com pavimento alteado e cobertura de abóbada estrelada, também apoiada em mísulas, decorada com pinturas murais perspectivadas com as cenas da Anunciação e da Epifania, envolvidas por albarradas, cariátides e anjos; paredes revestidas por azulejos de
A Capela de Nossa Senhora das Candeias está à direita.
padrão em silhares e pinturas murais. Retábulo pictórico seiscentista, enquadrado por talha polícroma, centrando edícula com a imagem do orago; frontal de altar polícromo, figurando aves e ramagens enquadrando cartela maneirista com a representação do orago.

Vista para a capela-mor
Coro-alto
Sub-coro
Coro-alto (Evangelho)
Parede do lado do Evangelho
Parede do lado da Epístola
Nichos lateral e colateral do Evangelho
Nichos lateral e colateral da Epístola
Parede do lado do Evangelho da capela-mor
Parede do lado da Epístola da capela-mor

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'e fót'sh'aqui (Monumentos).