terça-feira, 27 de março de 2012

They Can't Take That Away From Me

Sou fã de Iron Maiden, mas já lá vai o tempo em que apenas ouvia Maiden e Heavy Metal. Para demonstrá-lo, a primeira mensagem com uma música deste blog é dedicada à canção They Can't Take That Away From Me, originalmente composta por George e Ira Gershwin e cantada por Fred Astaire, em 1937, no filme Shall We Dance.
A versão deste vídeo, interpretada por Ella Fitzgerald e Louis Armstrong, for gravada em 1956, com o Oscar Peterson Quartet.

Seguem-se a letra e o vídeo.

There are many many crazy things
That will keep me loving you
And with your permission
May I list a few

The way you wear your hat
The way you sip your tea
The memory of all that
No they can't take that away from me

The way your smile just beams
The way you sing off key
The way you haunt my dreams
No they can't take that away from me

We may never never meet again, on that bumpy road to love
Still I'll always, always keep the memory of

The way you hold your knife
The way we danced till three
The way you changed my life
No they can't take that away from me




abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Hot Lyrics).

segunda-feira, 26 de março de 2012

Núcleo urbano da vila de Alvito - parte II

Vamos continuar (e terminar, tomém) o passeio, iniciado ontem, por ruas, praças e largos do núcleo urbano da vila de Alvito.

Rua do Crato
Rua de Beja
Rua das Pereiras
Rua Almeida Garrett
Largo Dr. João Fernandes da Silveira
Largo das Alcaçarias
Rua Alexandre Herculano
Travessa dos Vidros
Praça da República
Rua da Calçada

abraces algarvi'sh!!!

ps: Fót'sh'aqui (Panoramio e Skyscraper City - Alvito).

domingo, 25 de março de 2012

Núcleo urbano da vila de Alvito - parte I

Enquadramento rural, implantado em planície. A envolvente ao núcleo urbano é caracterizada por um relevo relativamente ondulado, marcado por culturas de olival e vinha, e intercalado, nas zonas mais afastadas, por montado de azinho.
Ortofotomapa de Alvito
Aglomerado urbano de traçado regular, adaptado à topografia e organizado em torno de elementos polarizadores: o castelo, a Igreja Matriz, o convento da Santíssima Trindade e o conjunto da igreja da Santa Casa da Misericórdia e da capela de Nossa Senhora das Candeias, os Paços do Concelho, a igreja de Santo António.
Estes elementos deram origem a largos e terreiros de forma poligonal irregular com forte presença no conjunto. Os principais eixos viários orientam-se no sentido Norte / Sul. Quarteirões bem definidos e arruamentos bastante rectilíneos ou descrevendo escassas sinuosidades. No antigo limite Este da urbe, destaca-se o Rossio de São Sebastião, que serviu secularmente como terreiro da feira.
A habitação corrente caracteriza-se por casas térreas e sobrados, com janelas de sacada. Fachadas e vão marcados por barras e molduras com pigmentos de cor cinza ou amarela, na sua maioria.
Paços do Concelho
Rossio de São Sebastião
Largo General Humberto Delgado, imediatamente a Norte do Rossio de São Sebastião
Rua de São Sebastião
Rua João de Deus
Travessa da Iria


Praça da República, Alvito - Portugal in Portugal

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Monumentos) e fót'sh'aqui (Bing Maps, Monumentos, Panoramio, Por aí... e 360 Cities).

sábado, 24 de março de 2012

Alvit'

Alvito é uma vila p'rténcént'ó d'shtrit' d'Béja e à antiga pr'víncia do Baixo Alentejo, com cérca de 1259 habitant'sh. O sé gentílic' é alvitense.

É séd'um concêlh' com 264,81 km² d'área, 2504 habitant'sh (ém 2011) e uma dénsidád poplaci'nal de 9,46 hab./km². Encontra-se subd'vidid'ém duash freg'sias: Alvito e Vila Nova da Baronia.

O concêlh' é l'mitád'a Nort' plo concêlh' de Viana do Alentejo, a Ésht' p'r Cuba, a Sul e Oésht' p'r Ferreira do Alentejo e a Oésth' por Alcácer do Sal.

Os testemunhos mais antigos que se conhecem da presença humana no concelho remontam ao neolítico, existindo vários vestígios que nos asseguram a presença do Homem durante a idade do cobre, a idade do bronze e a idade do ferro.

A ocupação intensa levada a cabo pelos Romanos fez-se sentir
Ortofotomapa de Alvito
logo no início do século I, subsistindo ainda vários testemunhos desta presença, de que são exemplos as villae de S. Romão, de S. Francisco e Malk Abraão. Também Visigodos e Muçulmanos ocuparam estas antigas villae, dando continuidade à ocupação romana.

Conquistada pelos Portugueses em 1234, em 1251 a povoação é doada a D. Estêvão Anes, chanceler-mor do reino, por D. Afonso III e pelos Pestanas de Évora. A partir desta data, sobretudo através da acção do Chanceler, procede-se ao seu repovoamento, passando Alvito a ser uma povoação com dimensões consideráveis para a época.

Em 1279 morre D. Estêvão Anes, ficando a vila em testamento para a Ordem da Santíssima Trindade, a qual lhe concede carta de foral, idêntica ao de Santarém, a 1 de Agosto de 1280. Tal foral viria a ser confirmado por D. Dinis em 1283. Em 1387, D. João I doa Alvito a D. Diogo Lobo, em troca dos bons serviços prestados na batalha de Aljubarrota (1385) e na conquista de Évora aos espanhóis (1387), ficando a vila ligada à história desta família ao longo de todo o período que durou o regime monárquico.

A 24 de Abril de 1475, D. Afonso V concede ao Dr. João Fernandes da Silveira, esposo de D. Maria de Sousa Lobo, o título de Barão, passando Alvito a ser a «cabeça» da primeira baronia instituída em Portugal. Nesta época já a povoação desfrutava de um crescimento acentuado, fruto da conjuntura favorável em que o reino se encontrava e que permitiu um forte crescimento populacional em todo o país.

Tal crescimento teve fortes repercussões na economia da vila, dado que Alvito passa a ser um dos principais centros político- económicos de todo o Alentejo, durante o período moderno, tendo quase 1700 habitantes e 364 fogos, segundo as estatísticas do senso de 1527. Este facto justifica o esplendor que se pode observar em muitos monumentos: Castelo, Igreja Matriz, Igreja da Misericórdia, Igreja de Nossa Senhora das Candeias, bem como na representati- vidade da arte manuelina de Alvito.

Na época de transição do séc. XVIII para o séc. XIX, o crescimento e prosperidade de Alvito estagnam, começando o seu declínio a partir de meados do séc. XX, sobretudo durante as décadas de 60 e 80.


guiadacidade.pt

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Wikipedia e Câmara Municipal do Alvito) e fót'sh'aqui (Wikipedia, Viajar*Clix, Bing Maps, Alvito - Baixo Alentejo, Panoramio e Guia da Cidade).

sexta-feira, 23 de março de 2012

Re-Início

Tive um blog de viagens pelo Portugal que, raramente, vem nos roteiros turísticos e que eu adoooooro. Durou quatro anos e três meses. Não é para me gabar, mas tinha bastante qualidade. Até teve um pequeno texto dedicado a ele, numa revista de um jornal brasileiro de média circulação.

Decidi reatá-lo, com outro nome e com algumas diferenças. Na sua maioria, será composto pelas visitas aos concelhos e, para descansar, terá um pouco de música. Ahhhh, uma coisa muito importante. O blog continuará a ser bilingue: Português e Algarvio.

O nome do blog, "Eu Sou do Tamanho do que Vejo", é uma das minhas citações preferidas e é um título de um poema do Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro, heterónimo Fernando Pessoa.

"Eu Sou do Tamanho do que Vejo

Da minha aldeia veio quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.

Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver."


É eshpér' que góshtém da viagém!

abraces algarvi'sh!!!

ps: Têxt'aqui (Citador).